A tireoide regula metabolismo, humor, temperatura corporal, ritmo cardíaco e fertilidade. Disfunções tireoidianas são comuns, frequentemente subdiagnosticadas e altamente tratáveis — um simples TSH bem interpretado já pode mudar a vida de um paciente.
Produção insuficiente de T4/T3, na maioria das vezes por tireoidite de Hashimoto. Cursa com fadiga, ganho de peso, intolerância ao frio e bradipsiquismo — geralmente reversível com levotiroxina bem ajustada.
Excesso de hormônio tireoidiano (Graves, bócio nodular tóxico, tireoidites). Provoca palpitação, perda de peso, tremor, oftalmopatia. Tratamento com antitireoidianos, iodo radioativo ou cirurgia.
Achados muito frequentes em ultrassom de rotina. A maioria é benigna; a estratificação por TI-RADS, PAAF e Bethesda define quem precisa de cirurgia, vigilância ou apenas seguimento.
Carcinoma papilífero, folicular, medular e anaplásico. Quando diagnosticado precocemente, o papilífero tem sobrevida superior a 95%. Tratamento individualizado: cirurgia, RAI, lobectomia ou vigilância ativa.
TSH, T4 livre, anticorpos (ATPO, TRAB, ATG), ultrassom com classificação TI-RADS e punção aspirativa por agulha fina (PAAF) com classificação Bethesda compõem a base diagnóstica. O Hormet integra clínica, laboratório e imagem em um único fluxo.
Levotiroxina no hipotireoidismo, metimazol/PTU no hipertireoidismo, iodo radioativo, cirurgia ou vigilância ativa. Em câncer diferenciado, a era da desescalada terapêutica trouxe lobectomia e supressão branda do TSH para casos selecionados.
Hipo e hipertireoidismo bem controlados devolvem qualidade de vida em semanas. Em câncer diferenciado, o seguimento estruturado com tireoglobulina e USG cervical detecta recidiva precoce e mantém sobrevida em níveis excelentes.
Avalie seu TSH, conheça seus nódulos e mantenha o controle com a Hormet.
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