A saúde óssea é construída ao longo da vida e perdida silenciosamente após os 40 anos. Avaliar densidade mineral, qualidade óssea e risco de fratura é tão importante quanto controlar pressão e glicose — porque a primeira fratura geralmente já marca uma osteoporose instalada.
Perda quantitativa e qualitativa da massa óssea com aumento do risco de fratura por baixo trauma. Atinge mulheres na pós-menopausa, homens idosos e pacientes em uso de corticoide.
Redução intermediária da massa óssea e muscular, frequentemente associadas. Intervenção precoce com exercício, proteína e vitamina D evita progressão para osteoporose e quedas.
Excesso de PTH (primário, secundário ou terciário) com hipercalcemia, perda óssea acelerada, nefrolitíase e fraqueza muscular. Pode exigir paratireoidectomia ou calcimimético.
Hipovitaminose D do adulto, raquitismo da criança e osteomalácia. Causas nutricionais, má-absorção e formas genéticas raras (XLH, PHEX) com tratamento dirigido.
Densitometria óssea (DEXA), TBS, marcadores de remodelação (CTX, P1NP), PTH, 25-OH vitamina D e cálcio iônico permitem caracterizar a doença óssea e seu mecanismo. O ecossistema Hormet une laboratório, imagem e clínica em um único painel.
As opções modernas vão muito além do cálcio: bifosfonatos orais e endovenosos, denosumabe, teriparatida e romosozumabe permitem estratégias antirreabsortivas, anabólicas e sequenciais. A escolha depende do risco e da resposta longitudinal.
O objetivo é simples e mensurável: evitar a próxima fratura. Quem é tratado adequadamente reduz em até 70% o risco de fratura vertebral e mantém autonomia funcional na terceira idade. O acompanhamento longitudinal é peça-chave.
Prevenção de fratura, manutenção da autonomia e saúde para a vida toda.
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