O LDL-colesterol é a causa, não um marcador, da aterosclerose. Quanto menor o LDL, mais baixo é o risco — sem limite inferior conhecido. A nova era da lipidologia traz estatinas potentes, ezetimiba, inibidores de PCSK9, inclisirano e bempedoico, tornando metas antes impensáveis acessíveis na prática.
Elevação do LDL-c, isolada ou associada a outras dislipidemias. Principal alvo terapêutico em prevenção primária e secundária — cada 1 mmol/L de redução do LDL diminui em 22% os eventos cardiovasculares.
Doença genética frequente e subdiagnosticada (1:200 a 1:300). Elevação precoce do LDL desde a infância, infarto antes dos 55 anos e xantomas. Diagnóstico molecular permite triagem em cascata familiar.
Elevação dos triglicerídeos por estilo de vida, diabetes, álcool ou causas genéticas (síndrome quilomicronêmica familiar). Em níveis acima de 500 mg/dL aumenta o risco de pancreatite aguda.
Lipoproteína(a) elevada é fator de risco cardiovascular hereditário, independente do LDL, presente em 20% da população. Dosagem ao menos uma vez na vida — terapias específicas em desenvolvimento avançado.
Perfil lipídico clássico, apoB, Lp(a), painel genético para HF e cálculo de risco cardiovascular formam a base. O Hormet integra exames laboratoriais, imagem de placa (escore de cálcio coronariano) e estratificação personalizada em um único painel.
Mudança de estilo de vida sempre, mas o tratamento moderno alcança LDL menor que 55 mg/dL com segurança. Estatinas potentes, ezetimiba, ácido bempedoico, iPCSK9 e inclisirano (semestral) permitem metas individualizadas baseadas em risco.
Reduzir e manter o LDL baixo durante anos é o mais poderoso preditor de longevidade cardiovascular. Combinada à cessação do tabagismo e controle pressórico, a lipidologia moderna pode reduzir em mais de 50% o risco de infarto e AVC.
Ciência atualizada e acompanhamento contínuo para reduzir o risco cardiovascular com a Hormet.
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