Distúrbio metabólico crônico caracterizado por hiperglicemia persistente, decorrente de defeitos na secreção ou na ação da insulina. A endocrinologia moderna combina avaliação clínica detalhada, monitoramento contínuo e novas classes terapêuticas para um cuidado individualizado.
Destruição autoimune das células beta pancreáticas, com deficiência absoluta de insulina e necessidade obrigatória de insulinoterapia. Pode surgir em qualquer idade.
Resistência periférica à insulina associada a disfunção progressiva da célula beta. Forte componente genético, ambiental e relação direta com obesidade e síndrome metabólica.
Hiperglicemia identificada durante a gestação. Aumenta o risco de complicações materno-fetais e exige rastreamento, manejo nutricional e, frequentemente, insulinoterapia.
Formas raras de herança autossômica dominante, com diagnóstico molecular dirigido. O reconhecimento correto muda completamente o tratamento (sulfonilureia, dieta ou insulina).
Diagnóstico baseado em glicemia de jejum, hemoglobina glicada (HbA1c), TOTG e avaliação clínica completa. A integração entre o portal web e os módulos do aplicativo permite confirmação rápida, classificação correta e estratificação de risco.
O tratamento moderno é centrado no paciente: combina mudança de estilo de vida, agentes orais, análogos de GLP-1, iSGLT2 e insulinoterapia intensificada com tecnologias de monitoramento. A plataforma Hormet acompanha cada etapa.
O prognóstico depende do controle glicêmico sustentado, da prevenção de complicações microvasculares (retinopatia, nefropatia, neuropatia) e macrovasculares (IAM, AVC, doença arterial periférica). A continuidade do cuidado é decisiva.
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